A inflação tecnológica atinge novamente. Sua carteira é a vítima.

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Veja o adesivo. Então desvie o olhar. Isso dói.

A Apple aumentou os preços dos MacBooks e iPads em junho. O Xbox da Microsoft aumentará as taxas a partir de agosto. A Sony dançou no ano passado com o PS5 Pro. Está acontecendo de novo.

Não é apenas eletrônica. O gás custa mais. O frete custa mais. O mundo parece caro. Mas o verdadeiro vilão aqui tem nome.

É a falta de chips de memória.

“O principal culpado é a contínua escassez de memória”, diz Shawn DuBravac. Ele é economista-chefe da Global Electronics Association. Ele diz que as empresas de software estão fabricando chips para data centers de IA. Todo o resto vem em segundo lugar.

Ponto de curto prazo? Absorveu o custo. Trabalho árduo de longo prazo? Passado para você. A bolha da IA ​​não estourou. Nem sequer quebrou. A demanda supera a oferta. Os preços sobem. É economia 101 escrita em tinta vermelha.

Esperando que os preços caiam?

Não prenda a respiração. DuBravac considera essa estratégia morta. Ou pelo menos morrendo. As empresas são intencionais agora. Eles coordenam os preços como generais planejando uma campanha. Se o preço de um dispositivo ainda não disparou. Ele vai.

Comprar agora pode ser mais barato do que comprar daqui a dois meses.

Se você está amarrado? Você tem opções. Mas eles são um pouco ruins.

O CEO da Back Market, Thibaud Hug de Larouze, diz que as pessoas estão apavoradas. Com medo da inflação. Então eles entram em pânico com a atualização. O medo toma decisões erradas mais rapidamente.

O que você faz?

Inverta seu roteiro.

O boom da segunda mão

A tecnologia usada não é mais um compromisso. É uma necessidade.

Sean Cleland da B-Stock tem os dados. Os telefones usados ​​foram vendidos por 10 a 10 por cento mais do que no final de 2025. Espere. Isso não faz sentido. Bens usados ​​deveriam apodrecer em valor. Depreciar.

Eles não são.

A demanda está aumentando. As pessoas precisam de gadgets. Os novos custam um braço e uma perna. Unidades reformadas são compradas. Rápido.

“Nunca volta totalmente”, observa Cleland.

As cadeias de abastecimento serão corrigidas. Eventualmente. Os preços cairão. Mas não abaixo do novo piso.

Os fabricantes também sabem disso. Apple, Samsung, os suspeitos do costume. Eles lançaram programas de recompra. Quiosques de troca em todos os lugares.

Por que?

Porque eles precisam do estoque de volta ao sistema. Ou eles vendem para uma plataforma de recommerce. De qualquer forma, o dinheiro muda de mãos.

Venda seu telefone antigo agora. Obtenha muito mais do que no ano passado. Troque. Saque.

“Aproveite essas coisas”, diz Cleland. “Há valor de troca e revenda.”

Você faz parte de uma economia circular agora. Quer você queira ou não. Seu laptop antigo não é lixo. É moeda.

Os aterros sanitários esperam por todos os outros. Não são suas coisas. Suas coisas são ouro. Pelo menos até que a escassez acabe. O que quer dizer. Não em breve.