O código tributário oferece uma brecha específica para herdeiros que podem economizar milhares, mas o tamanho da economia depende inteiramente de onde você mora. É chamada de base intensificada. Quando um proprietário morre, a base de custo de seus ativos é redefinida para o valor justo de mercado na data da morte. Essa redefinição é importante. Se seus pais compraram uma casa por $ 100.000 e ela vale $ 500.000 quando falecem, o herdeiro a herdará com base em $ 500.000. Venda-o imediatamente e não haverá imposto sobre ganhos de capital. Venda-o por $ 510.000 e você pagará imposto apenas sobre o ganho de $ 10.000.
Mas nem todos os estados tratam a propriedade partilhada da mesma forma. Esta distinção torna-se crítica para os casais, especialmente quando navegam pelas complexidades do aumento da base para a propriedade comunitária.
A realidade do direito consuetudinário
Na maioria dos estados que seguem as regras de propriedade do direito consuetudinário, a propriedade conjunta não desencadeia uma redefinição total para ambos os cônjuges. Se um casal possui uma casa juntos, apenas a parte dos bens do cônjuge falecido normalmente recebe o aumento.
Considere um cenário em que marido e mulher possuem um imóvel alugado no valor de US$ 1 milhão. Cada um deles possui 50%. O marido morre. O IRS permite que a esposa aumente a base de sua participação de 50% (no valor de US$ 500.000) para o valor de mercado atual. Sua participação original de 50% mantém sua base histórica de custo mais baixo. O resultado? Um avanço parcial. Se ela vender o imóvel logo em seguida, enfrentará imposto sobre ganhos de capital sobre a valorização ocorrida durante a primeira metade do casamento, além de qualquer ganho na segunda metade. A conta fiscal é real. Não é eliminado.
A vantagem da propriedade comunitária
É aqui que estados de propriedade comunitária oferecem uma vantagem financeira distinta. Existem apenas nove desses estados: Arizona, Califórnia, Idaho, Louisiana, Nevada, Novo México, Texas, Washington e Wisconsin. Nestas jurisdições, os rendimentos e bens adquiridos durante o casamento são geralmente considerados propriedade igualitária de ambos os cônjuges, independentemente do nome que conste no título.
O código tributário federal trata esses ativos de maneira diferente. Após a morte de um dos cônjuges, o valor inteiro do bem patrimonial comunitário muitas vezes recebe um aumento na base. Isso é frequentemente referido nos círculos de planejamento imobiliário como um duplo passo.
Por que isso importa? Porque pode efetivamente eliminar a responsabilidade fiscal sobre ganhos de capital do cônjuge sobrevivente.
Se a mesma propriedade de US$ 1 milhão mantida em um estado de propriedade comunitária for vendida pela viúva, a base para a propriedade toda será redefinida para US$ 1 milhão. Nenhum ganho é reconhecido. As poupanças fiscais podem ser substanciais, especialmente para activos que se valorizaram significativamente ao longo de décadas. O mecanismo é simples: a lei pressupõe que o cônjuge sobrevivo já possui metade, de modo que as regras do imposto sobre heranças permitem que a metade do cônjuge falecido aumente, e muitos estados interpretam as regras para permitir que a metade do sobrevivente também aumente, ou todo o ativo é tratado como parte do patrimônio do falecido para fins básicos.
As compensações e nuances
Este benefício não é automático em todos os casos, nem carece de regras próprias. O “duplo passo”
























