Risco em finanças não é apenas uma palavra da moda. É uma tolerância para o perigo. Ou melhor, a falta disso. Quando você empresta dinheiro, você está vendendo segurança. Se o banqueiro achar que você não pagará, ele cobrará mais. Este é o risco padrão. A taxa de juros inclui um prêmio. Quanto maior a chance de inadimplência, maior será o prêmio. Matemática simples.
Mas não se trata apenas de empréstimos.
Todo investimento em ações acarreta riscos implícitos. Não há garantia de retorno. Você pode perder tudo. Este é risco de negociação ou risco de variabilidade. Ele mede o quanto seu retorno real pode se afastar do que você esperava. Para cima ou para baixo. O mercado não se importa com seus planos.
Compreendendo a aversão ao risco e a dinâmica do mercado
A maioria das pessoas deseja minimizar a exposição. Isso é aversão ao risco. É a natureza humana. Odiamos perder. Preferimos a certeza.
A economia discorda.
A sociedade precisa de assumir riscos. A inovação exige isso. Você não pode construir o futuro jogando pelo seguro. O crescimento é impulsionado pelo perigo. Existem instituições para gerir esta tensão. Eles permitem que os indivíduos transfiram ou compartilhem riscos.
A indústria de seguros é o principal exemplo. As pessoas pagam prêmios. Eles compram proteção contra choques financeiros. Doença. Acidentes. Eventos infelizes especificados.
Quem decide o que vale a pena o risco?
Pesquisadores da Northwestern University estão procurando o componente genético na assunção de riscos financeiros. Não é apenas aprendido. Pode ser assado.
Isto cria um paradoxo. Tememos o risco. Nós precisamos disso.
O mercado equilibra isso. O seguro agrupa o risco entre os participantes dispostos. Os credores colocam o preço no empréstimo. Os investidores exigem retornos mais elevados para maior volatilidade.
É uma negociação constante.
Um lado quer segurança. O outro quer crescimento.
Onde a linha é traçada?
Depende de quem está segurando a sacola. E se eles têm predisposição genética para ignorar os sinais de alerta.
O sistema funciona. Por muito pouco.
Contanto que alguém esteja disposto a ficar do outro lado da negociação.
